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| Há um quarteirão inteiro no Porto que, uma vez por mês, monta um circo (sem tenda) para inaugurar mais de duas dezenas de exposições de arte no mesmo dia. Nem todos são adeptos da fanfarra cultural, mas o facto é que o povo sai todos os meses para a rua. |
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| José Mário Branco esteve no Theatro Circo, em Braga, para entrar no dia da Revolução dos Cravos pela porta grande. Nem o preço dos bilhetes, nem a oferta fora da sala dourada conseguiram afastar o público.
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| Hugo Correia está de regresso aos palcos com o projecto Fadomorse. O Tertúlia Castelense abriu as portas ao novo Folklore Hardcore. |
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| Valter Hugo Mãe pegou na obra de Camilo O Cego de Landim e transformou-a nos Filhos do Esolador. João Nicolau esfolou-a mais um bocado e deu-lhe um ar de comédia. A Jangada não se partiu, partiu a rir.
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| A Casa das Artes, em Famalicão, transformou-se, na sexta-feira passada, na casa das cores. O Humano, David Fonseca, pincelou o sonho.
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| Guimarães esteve na rota da apresentação portuguesa de América Brasil, o último trabalho de Seu Jorge. O concerto decorreu sem surpresas: o brasileiro arrasou. Para trás ficou um rasto de samba por todo o país.
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